Nossa História
Com o propósito de reunir psicanalistas em formação, criamos o Parlêtre - Espaço de Psicanálise em 2007. Tendo como referência teórico-prática a psicanálise Freud-lacaniana, para além do trabalho clínico e estudos que realizávamos internamente, passamos a oferecer atividades de transmissão como grupos de estudos, cursos e ciclos de seminários. Essas atividades de formação foram ministradas pelos membros do Parlêtre, bem como por psicanalistas convidados de outras instituições, como a Maiêutica Florianópolis - Instituição Psicanalítica, Letra - Associação de Psicanálise, Ato Analítico, Espaço Escuta, Biblioteca Freudiana de Curitiba e Instituto Travessias da Infância.
Criamos a revista Recortes em Psicanálise, que contou com 3 números, sendo os dois primeiros em 2010. O terceiro número da revista, publicado em 2013, resultou da comemoração do quinto ano de existência do Parlêtre, quando realizamos nossa I Jornada de Psicanálise, em 2012.
Em parceria com o Centro Lydia Coriat, de Porto Alegre, coordenamos duas turmas de pós-graduação em Problemas do desenvolvimento na infância e adolescência - abordagem transdisciplinar, em 2012-2014 e 2015-2017.
Mantendo a difusão do discurso psicanalítico com a ética que lhe é pertinente, em 20 de fevereiro de 2026, fundamos a Associação e mantivemos o mesmo nome: Parlêtre - Espaço de Psicanálise. Com ele carregamos nossa história, mas também nos renovamos ao criarmos a associação junto àqueles que se identificaram com algum traço de nosso trabalho. Assim, seguimos sustentando a possibilidade da formação de analistas.
Membros Idealizadores:
André Luís Scapin
Caroline Philipp
Maria Gorethe de Vasconcelos Miranda
Silvia Cuesta
O PARLÊTRE
Esta instituição se funda sob a égide do discurso psicanalítico inaugurado por Freud e reescrito por Lacan, e convocados pela ética da psicanálise, a sustentamos pelo rigor necessário na sua intenção e na sua extensão.
Aceitamos a responsabilidade de oportunizar espaços para que o percurso daqueles membros que estão começando, possa continuar. E, avisados como estamos, entender a nossa formação, a de todos, como continua e permanente.
A associação fomenta os laços de trabalho, evitando o declínio para um lugar burocratizado onde as normas vigorem de forma rígida, apagando o mais primordial do espaço, que é a produção como efeito do desejo de cada um dos membros. Produção que não deve ser apenas a reprodução da teoria, e sim a reinvenção esperada de cada analista a partir da sua experiência.